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sexta-feira, janeiro 09, 2015

BDSM Slave Training Minicourse

BDSM Slave Training Minicourse


The Question Of Punishment

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When you're actively looking to be trained as a slave as a part of
your life, you need to be wary of 'experts' that speak of
punishment as the ultimate way to control a slave and to have them
do what ever is asked of them. Punishment has many other uses in
your slave training life that you will want to consider.  As a slave
it is important that you consider this.


The problem with punishment and slave training is that it has been
glamorized too often in the media and in porn sites. It seems like
all you need to do is whip someone a little bit and they become
complacent and obedient. Of course, this would be a nice thing for
a Dominant and it would certainly make their lives easier, but this
is not always the case.


In fact, in many situations, the use of punishment backfires in
terms of how it is supposed to help a slave training situation.
While it is meant to create obedience, it often inspires
disobedience and the idea of 'topping from the bottom.' Though this
is more often the case with beginning Dominants and experienced
Subs; that does not mean that punishment doesn't need to be
something to think about when beginning a new BDSM relationship.


The fact of the matter is that many Subs like punishment. A lot.
They want to be whipped, flogged, and degraded because it turns
them on and makes them feel pleasure. While there's nothing
inherently wrong with this reaction, the idea of a slave and Master
relationship is one in which the Master determines how the slave is
feeling at any given time. When the slave does something wrong,
they should be upset that they have failed their Master, not happy
to be receiving punishment.


Some subs will go so far as to disobey on purpose in order to
receive punishments. This is not going to help the slave training
process and can become frustrating for a Dominant that is new to
their position or who simply doesn't have the experience to come up
with other ways of controlling their slave.


What you might want to do as a submissive is to make sure you are
talking to your Dominant before going into a more formal
relationship.  Talk to them about what turns both of you on and
express yourself about what makes you feel more subservient. Most
subs are quite clear about these reactions in themselves. Subs know
when they are masochistic and when verbal degradation can reduce
them to being subservient. Talking ahead of time is the best way to
start figuring out what is going to work for your relationship.


But the real 'cure' for punishments that go awry is to stop
whatever is not working immediately. Trying something over and over
and expecting different results is the definition of insanity - and
not a good way to have a successful slave training situation. Make
sure as a sub that you let your Dominant know when something is not
placing you within the subservient mindset.


What you need to realize is the not all punishments a Dominant gives
are going to be construed as punishments. Many slaves will
often enjoy the attention that punishment is giving them and will
willfully disobey in order to receive that attention again and again.


To stop this from happening, you and your Dominant need to find out
what is going to work as a punishment for you as the slave -
humiliation, degradation, verbal humiliation, etc. Each slave is
different, but there will be one thing that the slave in question
will not want to do, so it will be seen as an actual punishment to
you - and something that you will try to avoid in the future with
the appropriate behavior the Dominant have provided for them.

segunda-feira, dezembro 15, 2014

Algumas palavras

Algumas palavras
Quando se fala em BDSM, muitas vezes deparamos com situações assustadoras, em muitos casos olhamos reprovações por causa da negação dessa forma de prazer. A chave para tudo que existe na vida é prazer. Viver sem prazer é estar morto. O nosso corpo foi feito para ter prazer. Isso é um fato. Devemos trabalhar com prazer. O prazer não é somente sexual, é um elemento que nos promove ao crescimento. O crescimento é uma evolução.
A evolução, no pensar, sem prazer não é de fato um crescimento. As pessoas tem o costume de dizer que estou mais evoluído, mais crescido, de fato se olharmos ao histórico de vida desse indivíduo ele teve grandes prazeres. Não podemos chegar à velhice sem histórias para os nossos netos. A vida precisa de história, vida sem história é oca. O nosso corpo inala o perfume do prazer, sem esse perfume não há cor. Mas as pessoas mal informadas adoram criar situações totalmente alucinógenas desconstruindo um entendimento filosófico do BDSM implicando num falso dogmatismo.
O falso dogmatismo como está perpetuado devido à popularização das redes sociais através de atos nefasto de auto nomeação de dominador ou escravo. Tudo é uma questão de erros de postura. Ninguém pode se dizer, do dia para noite, que é isso ou aquilo. Toda postura da argumentação do seu papel no BDSM deve ser construída aos poucos. Com isso é preciso entender que tudo aquilo que trabalha com as nossas mentes, desejos é uma construção cultural enfatizando a necessidade de sermos o que é de fato. Não há espaço para máscaras, mentiras, e tudo giram em torno do ato de criar meios para implicar o jogo do poder, do prazer quando duas pessoas de mente aberta se acertam.

Porém nem sempre o prazer presente entre duas pessoas é compreendido de fato. O importante é estar feliz consigo mesmo. No entanto essa felicidade não é compreendida na sua plenitude deixando em evidencia a preocupação com a aparência, com o discurso do certo e errado como algo fundamental nas vidas das pessoas. Muitos procuram justificar as suas felicidades a necessidade contínua de viver de acordo com a égide católica/protestante como um meio coerente justificando aquilo que esteja fora desse padrão é declarado como doente. A doença, em muitos casos está regida na necessidade da exigência de viver sob algo que contamina os pensamentos livres. A condenação do pensamento, do prazer está relacionada como encaramos a vida. É justamente através desse fato que mora o maior inimigo da nossa existência, entender que tudo está entre o bem e o mal, certo e errado. Tudo aquilo que esteja fora desse padrão, não é aceito.

quinta-feira, setembro 18, 2014

Um momento: Um discurso sobre servir

Um momento: Um discurso sobre servir
Muitas vezes encaramos os fatos cruciais da vida sem entender nada dela. Ao longo das nossas histórias de vida não conseguimos entender uma fração dela por diversos fatores. Nós estamos atrelados à um ritmo frenético imposto por nossos contatos. É muito comum olharmos para a vida de forma alegórica esquecendo dos detalhes, no entanto a vida é um jogo muito rápido que não nos permite ter a segunda chance. É preciso saber o momento certo para as escolhas, em relação às escolhas, é muito comum cometermos erros por imprudência, por ingenuidade. Não podemos atrelar o ‘fracasso’ ao ditado ‘errar é humano’. Os erros é um fato que acontece e não podemos corrigir. Os erros está presente na nossa vida como um meio de aprendizado. E justamente nesse aspecto que o ato de servir é um peso na vida dos indivíduos conscientes da sua condição real. A submissão não é um preceito moral, ou até mesmo falta de caráter (como é visto por muitos críticos do BDSM). A submissão é um conceito amplo, e não há como comentar num texto, estaremos aqui apresentando uma pequena visão desse conceito.
Os erros e a submissão estão atrelados continuamente na vida do escravo. Errar faz parte da essência do homem. Nós estamos continuamente no limiar. Mas o que tem haver erros com a servidão? Muita coisa. A servidão é um fato presente nas nossas vidas como um desejo a ser realizado continuamente. E com isso entregamos a nossa liberdade para aqueles que se demonstram interessado nesse fato da entrega constante e plena. E geralmente essa entrega não se realiza num momento para outro, é preciso de tempo, paciência dos interessados na consolidação dos relacionamentos D/s. Tempo para conhecer o parceiro, saber onde estamos pisando, paciência é a concretude da confiança que vai se formando aos poucos. E quando a confiança se concretizar a servidão está presente na vida do escravo de uma forma plena. Porém essa plenitude nem sempre acontece de forma como planejamos, a qual é aqui que se apresenta um dos maiores dilemas dos submissos de forma geral, pois todos os nossos planejamentos caem por terra no ato em deparar as circunstancias inusitadas demonstrando a fraqueza existencial. Com isso a servidão não pode ficar atrelada aos projetos fracassados. Ela é algo inerte ao nosso modo de ver o mundo.
E nessa visão de mundo nem sempre estão condicionados a estrutura da servidão completa. Pois, a servidão é despertada quando estivermos pronto. O ato de estar pronto não é referente ao ter uma coleira, é sabermos que a servidão está presente na nossa vida; o discurso de ser tudo lindo e maravilhoso, como é muito visível naqueles que estão iniciando, nos hipócritas, é um momento esquizofrênico porque a servidão ela é condizente com a nossa conduta na vida particular, disso não podemos mudar. Mas todas as mudanças presentes na vida do homem deixando claro que somos propensos à ações consolidando nossa escolhas – certas ou erradas – nos diagnosticando momentos impares nas nossas vidas.
Porém ao pensarmos na questão da servidão, caminhando certo e errado, não há como escaparmos dela por causa dos intermezzos presentes na nossa concepção da Vida. A servidão é uma concepção de vida atrelada à Dominação e submissão, em relação ao conceito de dominação e submissão pode ser discutido em outro momento. Servir não é somente os encontros entre o Dono e a escrava. É um relacionamento que exige cumplicidade, carinho, trocas de ideias, sentimentos, uma construção de uma história entre duas pessoas que compactuam os mesmos anseios. Servir não é somente dizer ‘Sim, Senhor’, é entender os sinais do outro e aceita-lo com uma grande felicidade. O servo, que aqui cabe o escravo e submisso, estão continuamente presente para dar prazer.
O prazer não é somente sexual. O sexo não tem uma fundamental importância. O sexo pode ser algo complementar no relacionamento. O que é de fundamental importância, o olhar do escravo ao se deparar com o poder magistral da sua Dona. Servir não é vangloriar-se do Belo, no físico, mas sim interior. Muitos se enganam ao deparar com o Belo externo como um argumento de ter uma boa Dona. Mas todo ato de ter uma boa Dona está diretamente ligado ao nosso comportamento, a servidão é um fato crucial na busca por algo que nos alimente. A servidão não pode ser encarada como um meio para ‘putaria’ como muitos defensores do moralismo correto, proeminente na sociedade, enfatizam nos seus discursos hipocráticos procurando deflagrar uma guerra moral. Porém tem adeptos ao BDSM através das suas ações argumentam que a servidão é somente vista na hora do sexto deixando claro que há uma conturbação das concepções coerentes em detrimento dos entendimentos esquizofrênicos de muitos praticantes que se dizem os ‘corretos’ no BDSM.

Em todos os preceitos relacionados com a questão da servidão é preciso observar que os adeptos devem estar continuamente sermos abertos para todas as possibilidades na consolidação dos relacionamentos D/s deixando claro que somos propensos à felicidades amplas e irrestrita. A servidão é um caminho sem volta, para aqueles que escolhem a servidão não pode deixar de servir. Pois é algo presente na nossa vida como um ponto da característica do Ser argumentando a necessidade de olharmos sempre para interior de cada indivíduo no intuito de entender as nossas vontades como Homens. 

quinta-feira, setembro 04, 2014

BDSM e prostituição

BDSM e prostituição

Na sociedade atual existem muitos preceitos convencionados à um prisma pouco compreendidos por muitos argumentando a troca constante de parceiros deixando evidente uma questão a ser resolvida ou até mesmo pensada com muita atenção. O BDSM deve ser vivenciado ao máximo explorando todas as possíveis sensações. Jamais negar a sua essência. No entanto a pessoa deve estar aberta para novas sensações. Se ele não estiver pronto para isso é preciso rever muitos dos seus conceitos. Mas geralmente esses conceitos a serem mudados demanda muita disciplina. Contudo, existem muitos caminhos para essas mudanças. No BDSM não existe o certo e errado por estar indo contra todos os preceitos morais da sociedade.
É preciso ter o entendimento que no BDSM tudo é possível, só basta a pessoa querer. Tudo é uma possibilidade quando se trata do SSC. Tudo deve acontecer com o consentimento, resultado logico do diálogo. O dominador deve dialogar-se com seu escravo, não pode faltar dialogo. E quando essa questão, do diálogo, falta é preciso ter muito cuidado, pois é justamente nesse momento que o submisso corre um grande perigo para não detonar seu emocional. O emocional do escravo, como de outra qualquer pessoa deve ser intocável. Porém tem pessoas que não conseguem entender essas questões cruciais.
A submissão não pode ser interrompida, e muito menos a dominação. Os dois são exercícios mentais que demanda muita energia. O Top deve entender os sinais do esgotamento. Muitas vezes os Tops ficam se vangloriando que tem um grande número de escravos, ou detêm em seus poderes, domínios, um belo escravo, no entanto se não notar seu estado mental, psicológico, não adianta de nada se vangloriar. É preciso tomar muito cuidado. E todo nesse embolo se destaca o entendimento que, em muitos casos de má interpretação da submissão, as pessoas moralistas procuram envolver o BDSM com prostituição por causa do número crescente, de forma exorbitante, de mulheres procurando viver através da dominação dita profissional.
A Dominação, e até mesmo como a submissão, não podem ser encarados como um meio de ser o ‘ganha pão’, é um modo de vida; uma filosofia de vida. Porém é preciso entender que a questão da submissão ainda está mal interpretada por muitos. A Submissão não é sinônimo de falta de personalidade. Assumir como tal, principalmente para si mesmo, é um fato importante, é um resultado de ter muita força interior. Contudo, assumir uma coleira é uma questão importante para o escravo, mas ele precisa estar pronto psicologicamente para o tal fato. Não adianta dizer ‘eu sou escravo’ se ele não tem carga mental suficiente para isso. Mas como estar pronto se ele nunca teve uma coleira de fato?
Mas no aspecto ainda mais periclitante, os moralistas de plantão defendendo os relacionamentos ditos baunilhas, monogâmicos, argumentam ‘tudo isso é uma putaria’ e todos os envolvidos são prostitutas, putas, no entanto isso é uma inverdade. Algumas das Dominadoras profissionais são mesmo profissionais do sexo, no entanto cabe aos dominadores, submissos, simpatizantes, entre outros a defender a forma de sentir prazer. Não quero assustar os iniciantes, mas sim alertar que ser submisso, escravo, entre outros, demanda muita energia mental. E o nossa forma de relacionamento não é aceito como queremos. Na sociedade existem muitas pessoas com mentalidades diferentes, algumas mais abertas outras nem tanto, e isso terá que ser visto com muita cautela para ser ‘revelado’, é um momento inquietante, mas muito saboroso quando conseguimos encontrar parceiros apropriados. Não existe essa coisa de parceiro perfeito, ou ideal. É justamente nessa questão que mora o perigo, mas o que devemos nos preocupar é com a busca contínua do aumento dos nossos horizontes.
Todos nós temos as possibilidades de constituir algo de concreto. E todo esse concreto argumenta a necessidade de estarmos sempre abertos para novas experiências nos argumentando o quão somos fracos perante às paredes intransponíveis aos olhos nus. Não existem mecanismos de se livrar do peso das nossas decisões, tudo tem suas consequências, não há como negar, ou até mesmo nos enganar quando se trata das questões suscetíveis ao nosso Ser. Somos aquilo que desejamos ser. Não podemos negar, as nossas personalidades sempre vai estar de acordo com as escolhas realizadas por nós mesmos. Somos nós mesmos as tempestades, as calmarias. E tudo está em nossas mãos para nos levar para a felicidade ou para as tragédias.